Apresentação (super) atrasada
Desculpem, desculpem, desculpem! Cheguei atrasada, mas vim me apresentar!
Meu nome é Thais, tenho 3 filhos (Melissa, 6 anos; João, 4 anos; Zé 2 anos) e sou blogueira viciada.
Também sou andarilha. ha ha. Nasci em São Paulo, fui para São Miguel, voltei para Sã Paulo, fui para o Japão, voltei para São Paulo, fui para São Bernardo, de lá, para Guarulhos, depois São Paulo de novo. Daí, Belo Horizonte, Madri e Japão. Resolvemos sossegar a vida agora, que a Mel entrou na escola.
Escrevo no blog Vida Verde de Uma Família Colorida, para a Revista Crescer, no Materna Japão (mas tenho andado ausente) e nos blogs pessoais. Tenho Twitter, mas praticamente só leio.
Para quem quiser conversar, meu e-mail é tha.saito@gmail.com .
Até minha Melissa nascer, eu era completamente anti-ecológica. Só nunca fui de jogar lixo na rua. Tirando isso, só tomava CocaCola, só comia hambúrger, só andava de carro, pegava quantas sacolas eu pudesse, comprava tudo a toda hora……
Só comecei a pensar no futuro do mundo quando aquela coisinha pequena, redonda, linda e cheirosa apareceu no meu colo. Mas continuei igual. ha ha. Sabe, pensava, mas não fazia.
Quando ela começou a comer, só aí mudei a alimentação da família. Comecei a comprar orgânicos (quando encontrava), a fazer mais verduras e legumes, mais suco natural, a ter frutas em casa (e a comê-las). Quando ela teve pneumonia, tratamos por quase 3 meses com alopatia uma possível asma. Até que mudamos para a homeopatia e nossa vida mudou de vez.
Eu demorei esses 6 anos para mudar tudo o que eu mudei na minha vida hoje em nome do planeta que estou deixando para os meus filhos. Foi lento, gradual, mas definitivo. Eu acredito que qualquer um possa mudar. Devagar, aos poucos, com vontade, todo mundo consegue. Ainda tenho muito a fazer, mas aos poucos, chego lá.
Estou aqui para falar um pouco sobre a criação de filhos verdes para o planeta. E sobre o que (e como) nós podemos ajudar o planeta a ser habitável para nossos filhos.
Vou tentar postar uma vez por semana, no mínimo, mas me perdoem quando eu desaparecer. A vida de dona de casa, mãe e curiosa anda corrida demais!
Beijo
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