Natal verde
Mensagem do Instituto E, que tem parcerias, por ex., com a Osklen e a com a malharia TextilFio (muitos tecidos eco homologados), além de uma equipe super prestativa e competente, com a qual foi ótimo dialogar neste ano de 2009:





Laura
ÉRICA SENA
Felicidades a todos!!!
Um 2010 sustentável e harmonioso para todos vocês!!!
bj
Um ambientalista francês é espancado e morto no Pará!!
Um biólogo francês que defendia a preservação da Amazônia morreu nesta segunda-feira (14) em decorrência de agressões sofridas em sua casa, em Santo Antônio do Tauá (a 65 km de Belém, PA). Pierre Edward Jauffret, 72, havia sofrido traumatismo craniano há 15 dias, provocado por golpes na cabeça.
Ele foi encontrado ainda com vida por um de seus filhos na porta de sua casa, que fica dentro de uma RPPN (Reserva Particular de Patrimônio Natural) de 25 hectares, da qual era o dono. Levado para Belém (PA), foi internado, mas não resistiu.
Nascido em Toulon, o francês chegou ao Brasil em 1963. Era especializado no estudo de borboletas da região, das quais tinha uma coleção científica. Casou-se com uma brasileira e foi morar em Santo Antônio do Tauá, em 1976.
Segundo o filho Jacques Jauffret, que também é biólogo, ele e seu pai vinham sofrendo ameaças de morte há mais de um ano, por conta de suas tentativas de evitar o desmatamento e a degradação ambiental na área. “Ligavam dizendo: ‘Vou te matar, velho safado. Tu e teu filho’.”
A família cita dois conflitos recentes que podem ter originado o crime. O primeiro foi a discussão para retirar o lixão municipal, que ficava a apenas 300 metros da reserva – o que é proibido por lei. Há cerca de um ano, o local foi limpo.
Ele também denunciou ao Ministério Público sem-terra que invadiram uma fazenda vizinha à reserva e desmataram quase toda a área. Até hoje a propriedade está invadida.
Um inquérito foi aberto para investigar as agressões. Até agora, a polícia civil trabalha com a hipótese aventada por testemunhas, de que o francês foi morto por homens que faziam uma festa próxima à reserva, e que, ao insistirem em urinar dentro dela, discutiram com o ambientalista.
Para a família, essa possibilidade serve apenas para acobertar as causas reais. Afirmam que uma das testemunhas da suposta discussão havia ameaçado matar Jauffret alguns dias antes, depois que o francês a acusou de poluição sonora. Além disso, dizem, a casa não tem sinais de arrombamento. (Fonte: Folha Online)
Até quando ambientalistas serão mortos por esses ” seres” medícres e irracionais que acham que podem mandar em tudo..até na natureza!!!! Pobres seres inferiores são eles, de ignorância profunda, acham que a vida é isso!!!Quem diaria, tanto tempo de espera para esse acontecimento, e hoje, último dia da Cúpula de Copenhague na Dinamarca NADA FOI RESOLVIDO. Não consigo pensar que depois de tanto tempo, no decorrer do ano e na própria Cúpula, as CABEÇAS PENSANTES do mundo não conseguiram chegar a nenhum acordo. Só fico mais satisfeita ao ver que o Brasil se mostrou forte, e não se portou de maneira capitalista e irracional como Obama e outros. Já sabemos que não podemos contar com eles, mas ainda há esperança….Somos muitos e fortes e dispostos a continuar a luta ambiental. A COP 15 pode ter sido um fracasso, mas a mídia sobre ela nos ajudou a divulgar a problemática ambiental…Temos que enxergar os pontos positivos, não é? Nós estamos na luta, não estamos?????
ÉRICA SENA
Blog http://pensareco.blogspot.com
Quando saiu a edição “Green” da Vogue americana, em junho de 2009, fui logo comprar – mas custava 40 reais no Aeroporto da Pampulha – uma faca! – e, além disso, estava lacrada, não dava pra dar uma espiadinha… Ou seja, desisti. Aí, neste final-de-semana, peregrinando em bancas de revista e livrarias, reencontrei-a na Status Livraria, na Savassi – pela metade do preço e… aberta! Folheei e… Ah! Nada de mais…! Só a Cameron Diaz simbolizando a nova mulher ecológica e talz, o de sempre, poucas marcas de apelo sustentável e só. Ou seja de novo, desisti de vez.

Vogue EUA "green" junho 2009
Por outro lado, as Vogue destinadas ao público infantil (na real, às mamães fashion) tem me surpreendido. Por exemplo, a Vogue Kids, brasileira, melhorou muito… Mas boa mesmo é a Vogue Niños! Sempre bom lembrar que os mercados de moda brasileiro e espanhol tem muito em comum, segundo dizem os varejistas e intermediários que compram para as duas praças. E como sabemos, nessa publicação não há informações de tendências, mas sim de moda e de comportamento do momento, além do que realmente se está vendendo (e, algumas vezes, o que se quer “empurrar” para o consumidor final). Para nós, da moda, é uma leitura obrigatória. As edições antigas podem ser encontradas em bons sebos; já as novas estão nas livrarias dos aeroportos!

Vogue Kids Brasil

Vogue Niños Espanha

Vogue Children

Vogue Bambini

Vogue Enfants
Roupa infantil é negócio de gente grande. No Brasil, essa indústria produz um bilhão de peças por ano e cresce 6%, contra os 5% do mercado adulto. Em 2008, o segmento faturou US$ 4,5 bilhões, ou 15% do mercado total de roupas.
Num momento em que se estudam restrições na publicidade dirigida às crianças, grifes concentram suas estratégias exatamente nesse público. “Há dez anos não valorizávamos a criança como consumidora”, diz Dieter Wolsgang Brockhausen, diretor da FIT (Feira Internacional do Setor Infanto Juvenil e Bebê). “Hoje ela é mais autônoma, tem contato social intenso e visualiza as informações mais rápido.”
As marcas infantis têm estilos variados. “O que não significa que uma criança já tenha um estilo definido. Suas vontades são resultado de sua interação com o mundo e com o outro. É por esse processo que ela vai, ao longo da vida, optar por uma estética”, afirma Marcos Cezar de Freitas, coordenador do programa de pós-graduação em Educação e Saúde na Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
“A criança está sendo assediada a comprar mais e mais, criando um hábito que nem sempre é sadio”, diz Maria Ângela Barbato carneiro, coordenadora do núcleo de cultura e pesquisas do brincar da PUC-SP. “Mesmo que as roupas se enquadrem no mundo de fantasia, a criança não precisa de nada específico para desenvolver sua criatividade: ela pode transformar qualquer pedaço de tecido em uma boa brincadeira”, diz Maria Ângela.
Criança adora imitar papai e mamãe. “É uma forma de se organizar afetivamente”, diz Marcos Cezar de Freitas, historiador especializado em educação. Grifes voltadas para os adultos já descobriram isso, e lançam linhas infantis inspiradas em looks de gente grande. Mas não vale fantasiar totalmente o pequeno de adulto. “Ao se vestir como os pais, a criança passa a adotar comportamentos dos adultos, o que pode levar a um amadurecimento precoce”, diz a pedagoga Maria Ângela Barbato carneiro, da PUC.
Brincar de faz de conta ajuda as crianças a desenvolver o pensamento simbólico e a criatividade, além de preservar a curiosidade, natural nessa fase. E ser princesa é uma das fantasias preferidas das meninas. Um vestidão digno de cinderela ajuda a compor o personagem – mas não é obrigatório para entrar na brincadeira.
Nem eles escapam da “ditacracia” da moda. As coleções dedicadas aos pequenos também seguem tendências. As meninas saem ganhando em quantidade de modelos, mas os estilistas vem se empenhando em criar opções descoladas também para eles. O importante é priorizar o conforto, por isso, os modelos são mais larguinhos, às vezes mais compridos, para dar liberdade total de movimento.
Não precisa ser uma fantasia de super-herói para que a roupa seja lúdica. “A criança é capaz de transformar tudo em brinquedo, e a sociedade é capaz de transformar tudo em produto. Às vezes, esses dois movimentos se encontram”, diz o historiador Marcos Cezar de Freitas. É o caso das peças que imitam bichos ou trazem estampas de personagens do universo infantil: as crianças adoram.
Meu ex-orientador na UFMG (projeto “O desenvolvimento de compósitos a base de pó de osso bovino como material alternativo sustentável aplicado ao design de jóias” – ufa, que título looongo!), Geraldo Magela de Lima, desenvolveu um sequestrador de carbono que captura até 40% desse vilão das emissões em indústrias.
Material é capaz de impedir que CO2 produzido na indústria seja lançado na atmosfera e contribua para o aquecimento global
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolvem tecnologia para capturar o gás carbônico (CO2), o maior vilão do desequilíbrio climático em todo o mundo. A descoberta foi patenteada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual e deverá ser registrada internacionalmente via PCT (Patent Corporation Treaty) até fevereiro do ano que vem.
A equipe de pesquisadores, liderada pelos professores do Departamento de Química Geraldo Magela de Lima e Jadson Cláudio Belchior [faltou citar o Rogério Oliveira, o "Gerinho", que me mandou um abraço de urso ehehe, que é quem realmente pôs a mão na massa, digo, na cerâmica, nesse trabalho que é sua tese de doutorado], desenvolveu um material cerâmico capaz de capturar até 40% de gás carbônico nas indústrias, provenientes da queima de combustíveis fósseis, como os derivados de petróleo e carvão.
O material cerâmico, na forma de micropartículas, poderá ser instalado em termoelétricas, siderúrgicas, ou qualquer outra indústria, evitando que o CO2 vá para a atmosfera. Os gases provenientes da queima de combustíveis em diversos processos industriais podem passar diversas vezes pelo material cerâmico, o que significa dizer que, se as indústrias instalarem a proporção necessária, a emissão de gás carbônico pode ser nula.
Diferentemente de algumas reações em que o CO2 poderia se decompor em carbono (C) e oxigênio (O2), com essa tecnologia, depois de passar por uma reação química, as moléculas do gás carbônico passam a fazer parte da cerâmica no estado sólido, o que possibilita sua reutilização como insumo na indústria. O dióxido de carbono ainda é pouco usado na indústria, embora possa ser aplicado na produção de plástico, ureia e outros materiais usados com fertilizantes e nas indústrias de couro, celulose e papel.
O material cerâmico contém componentes químicos absorvedores do CO2 e expansores, além de materiais para dar consistência ao composto sólido, que pode ser manipulado de diferentes formas. Uma delas se dá por meio de esferas com 1cm de diâmetro. Para que o processo de captação do gás pelo material cerâmico ocorra, as temperaturas da queima devem variar de 100 a 800 graus. Porém, por se tratar de um segredo de patente, os pesquisadores não revelam qual a composição exata do material cerâmico.
A primeira fase da pesquisa será encerrada em dezembro, e a próxima prevê a melhoria na eficiência do material. A meta é conseguir a absorção de até 60% do gás carbônico em uma única reação. A pesquisa prevê ainda a criação do material em escala nanométrica. Para se ter uma ideia, a escala atual para a produção do material cerâmico é microscópica, mil vezes maior do que a escala nanométrica. “Com a mudança da escala, aumenta-se a superfície de contato e, portanto deve-se aumentar a eficiência do processo de absorção do gás carbônico”, afirma o Jadson.
Tecnologia
Manipulado na escala nanométrica, o material cerâmico permitirá a captura do gás carbônico na atmosfera. Embora os pesquisadores já tenham evidências para capturar o CO2 no ar, ainda são necessários estudos para mensurar os impactos ambientais dessa tecnologia. “A tecnologia absorve quimicamente o CO2. É um avanço, pois o material cerâmico é reciclável e o gás carbônico pode ser usado na produção de insumos. O ciclo é perfeito”, afirma Geraldo Lima.
Os pesquisadores enfatizam que não se trata exatamente de um filtro de CO2, pois ao ser incorporado à matriz sólida, o gás pode ser transformado quimicamente em insumos industriais e regenerar a cerâmica – fechando o ciclo do processo proposto. Esse é o aspecto inovador da tecnologia. A descoberta abriu a possibilidade de cooperação internacional com a Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, onde os pesquisadores usam o CO2 na produção do metanol. “A reciclagem é feita em um outro momento do processo“, acrescenta Lima.
A descoberta projeta o Brasil em âmbito internacional no desenvolvimento de tecnologias para capturar o gás carbônico. Conforme lembra André Rosa, diretor da Amatech – empresa cotitular da patente –, na Noruega, o gás carbônico é capturado e injetado em postos de petróleo e, nos Estados Unidos, estão sendo desenvolvidas árvores sintéticas, de cerca de 300 metros de altura, que fazem a absorção em estado líquido do gás.
“Para eliminar o gás carbônico da atmosfera, o ideal é o processo natural de fotossíntese. No entanto, as árvores levam anos para atingir a maturidade. Por isso, é urgente o uso de diferentes tecnologias para capturar o gás carbônico se quisermos que a humanidade possa continuar nessa odisseia“, diz, referindo-se aos riscos que o desequilíbrio climático representa para a vida na Terra.
A primeira fase da pesquisa recebeu um investimento de R$ 420 mil da empresa Amatech, que juntamente com a UFMG é detentora da patente. Na segunda etapa, cujo convênio será assinado na quinta-feira entram como parceiros a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sects) e a Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), com investimento de R$ 2,2 milhões.
Os pesquisadores estão com vagas abertas para estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, com bolsas financiadas, para quem queira participar da pesquisa. A tecnologia foi desenvolvida para a indústria, uma vez que ela é a principal emissora de CO2 na atmosfera. “
Fonte: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5896-ufmg-desenvolve-cermica-que-captura-gs-carbnico

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O relatório, lançado no segundo dia da conferência climática da ONU em Copenhague, estima que 20 milhões de pessoas já ficaram desabrigadas na semana passada por causa de desastres naturais, que devem se agravar devido à mudança climática. O texto alerta que poucos “refugiados climáticos” têm condições de deixar seus países para tentar a vida em lugares mais ricos. O que ocorre, na verdade, é que eles se deslocam para cidades já superpopuladas, aumentando a pressão sobre países pobres.
“Além da luta imediata diante do desastre, a migração pode não ser uma opção para os grupos mais pobres e vulneráveis”, disse o texto.
“Em geral, os países esperam gerir internamente a migração ambiental, à exceção de pequenos Estados insulares, nos quais em alguns casos (o aquecimento) já levou ao desaparecimento de algumas ilhas sob a água, forçando a migração internacional.”
As estimativas sobre a migração decorrente de fenômenos climáticos variam de “25 milhões a 1 bilhão de pessoas… nos próximos 40 anos”. O texto, no entanto, informa que a cifra mais baixa parece já estar ultrapassada.
O número de desastres naturais mais do que dobrou nos últimos 20 anos, e a OIM disse que a desertificação, a poluição da água e outros problemas tendem a tornar áreas cada vez maiores do planeta inabitáveis conforme o efeito estufa se alastrar.
“Uma maior mudança climática, com temperaturas globais previsivelmente subindo entre 2C e 5C até o final deste século, pode ter um grande impacto sobre o movimento das pessoas”, disse o relatório, patrocinado pela Fundação Rockefeller.
O estudo aponta Afeganistão, Bangladesh, a maior parte da América Central e partes da África Ocidental e do Sudeste Asiático como as áreas mais propensas às grandes migrações por fatores climáticos.
Nesta semana, o alto comissário da ONU para refugiados, Antonio Guterres, alertou que metade dos refugiados do mundo já vive em cidades onde há aumento de tensões xenófobas, como Cabul, Bogotá, Abidjan e Damasco.
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Estava procurando algum vídeo da Pistache & Banana no Youtube, mas não encontrei. Acabei me divertindo com os vídeos de dois simpáticos sorvetinhos franceses Pistach et Cassis, feitos pela produtora Digital Banana.
O Pistach e o Cassis acham que os humanos, por tomarem sorvete, não tem alma. Eles defendem que, além de serem macios e saborosos, os sorvetes tem alma e caráter! Bem, ao menos é isso que eles alegam no próprio Facebook
Assita aos vídeos:
O site Cassis et Pistach parece que está fora do ar.