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Ecobabies + slings

Ecobebês

Há um filão do mercado de produtos infantis que não para de crescer – é o dos equipamentos e acessórios ditos ecologicamente corretos. Ou que, ao menos, sinalizam um retorno à métodos e cuidados mais simples e naturais com o bebê.

De roupinhas orgânicas a mamadeiras de vidro e fraldas de pano, esse comércio específico alavancou 25% as vendas de artigos para crianças nos Estados Unidos nos últimos quatro anos. No Brasil esse movimento já surge com força. No ano passado, o consumo de produtos “verdes” para os pequenos nos primeiros anos de vida teve crescimento de até 140%. VEJA consultou um grupo de especialistas e mães sobre a utilidade de tais objetos e as precauções que se devem ter ao usá-los:

 

Roupas orgânicas

O que são: peças feitas com algodão e lã puros – ou até mesmo fabricadas com fibras de bambu – cultivados sem aditivos químicos e de maneira sustentável.

Por que fazem sucesso: ao contrário das malhas de algodão convencional, responsável por cerca de 25% do total de inseticidas utilizadas no solo mundial, as de algodão orgânico são produzidas sem o uso de agrotóxicos. Já a fibra de bambu é totalmente biodegradável e requer menos espaço de cultivo do que o algodão.

O que diz quem usa: as peças são 30% mais caras, mas não devem nada em conforto e beleza a seus equivalentes não orgânicos

O que dizem os especialistas: do ponto de vista do conforto, leveza, isolamento térmico e risco de alergias, não há diferença entre os materiais. Mas as roupas feitas com fibra de bambu costumam conter poliéster, que dificulta a transpiração do bebê. É preferível usa-las a partir dos seis meses, quando a criança já regula melhor a temperatura do próprio corpo.

 

Fralda de pano

O que é: em lugar do plástico, usam-se algodão, flanela, malha e uma camada impermeável de poliamida.

Por que faz sucesso: é uma alternativa à fralda descartável, que leva 450 anos para de decompor, contra um ano da sua versão de pano. Apesar de custarem 90% mais do que as de plástico, as fraldas de tecido podem ser lavadas e reutilizadas até 100 vezes, o que representa economia no final das contas.

O que diz quem usa: lavar fraldas de pano não é uma tarefa das mais fáceis. É preciso deixá-las de molho para evitar manchas. A maioria das mães não aboliu completamente as fraldas descartáveis, úteis em viagens ou nas saídas com o bebê – isso evita ter de guardar a fralda suja.

O que dizem os especialistas: o contato com o tecido no lugar do plástico traz mais conforto ao bebê porque permite a transpiração e reduz as assaduras. Lavadas de maneira incorreta, contudo, elas podem causar alergias e infecção urinária.

 

Nicole Kidman slingando Sunday Rose

Nicole Kidman slingando Sunday Rose

Sling

O que é: é uma faixa de tecido que, ajustada ao corpo da mãe, forma uma espécie de rede para carregar bebês e acrianças de até 2 anos.

Por que faz sucesso: como os bebês ficam coladinhos à mãe, atribui-se ao sling o fortalecimento entre ela e o filho. Ele teria ainda um efeito calmante sobre os bebês mais chorões.

O que diz quem usa: é prático e confortável nos primeiros meses do bebê. Quando ele fica maiorzinho, por volta dos 10 meses, é preferível usar o canguru, que deixa os braços e pernas livres.

O que dizem os especialistas: a partir de um ano de idade, a criança fica mais inquieta e existe o risco de queda. O sling não deve ser usado por longos períodos – o máximo recomendável é uma hora por dia. Mais do que isso, aumenta o risco de lesões na coluna da mãe.

Fonte: revista Veja, 1º de abril de 2009, páginas 110 e 111.

Mais sobre os Slings:

  • a única marca brasileira de slings que expõe na BioFach é a Baby Slings

  • a única marca especializada em slings e fraldas ecológicas que expõe na Feira do Bebê & Gestante é a O Neném

  • Slings são carregadores de bebês, feitos em tecido, em formatos variados. Alguns possuem argolas para ajuste, outros têm velcros que permitem aumentar e diminuir o tamanho final da peça. Existem também os Fast-Wraps, que são faixas de malha elástica que também têm a finalidade de carregar o bebê. (Fonte: http://www.maternidadeativa.com.br/sling.html)

  • Os preços variam de R$50 a R$100

  • Ótimo blog sobre slings: Sampa Sling

  • O Sling não é uma novidade fashion. Ele é uma adaptação dos panos usados por povos de todos os cantos do mundo para transportar seus bebês com carinho e segurança. (Fonte: http://www.blogger.com/feeds/7194451124551059872/posts/default)

Moral da história: slings são um dos produtos mais sustentáveis para os ecobebês!

Soluções inteligentes que estão se tornando tendência nas ruas e nas vitrines

19/01/2010 – 14:52:05

Novos hábitos, matérias-primas surpreendentes, técnicas modernas e um século inteiro para salvar o mundo. A sustentabilidade chegou no mercado da moda para agregar valor a marcas e ensinar ao novo consumidor, o valor de uma roupa ecologicamente correta.

Por Sheila Godoi e Mariana Jansen para o portal asboasnovas.com

Vestir, literalmente, a sustentabilidade. Essa é a proposta de lojas e estilistas da indústria têxtil para o consumidor do século XXI. Com todas as atenções do mundo voltadas para a preservação do meio ambiente e o consumo consciente, agora a tendência na moda é vestir roupas que tragam impresso esse conceito.

Diferentemente do que é propagado pela mídia, dos incentivos ao consumo desenfreado, a proposta do consumo consciente quer o uso apenas do que é necessário e, consequentemente, a redução no uso de matérias-primas que desencadeiem processos poluentes. Com as tendências sustentáveis, é possível ter um guarda-roupas enxuto, manter a conexão com o que está nas vitrines e evitar o desperdício.
Para se chegar a transformar hábitos, a educação é o primeiro passo. A OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), denominada Instituto Ecotece, é uma plataforma de informações que promove o “Vestir Consciente”. Fundadora do portal de educação ambiental, Ana Cândido pensa na educação das massas para a sustentabilidade como “um movimento de consciência planetária que promove repercussão na mídia, nas escolas, nas perguntas da nova geração de crianças e nos sinais de fúria da natureza, que são mensagens eficientes para tomada de atitude.”

Atitudes pequenas geram resultados relevantes quando realizadas por um número maior de pessoas. Esse é um dos pontos defendidos por Juliana Páffaro proprietária da loja infantil Pistache & Banana. Ela acreditou que o público infantil tem um papel na difusão de atitudes mais conscientes e abriu sua loja, que acaba funcionando como um espaço aberto para o aprendizado desse público. “Se essa geração de crianças não mudar o mundo, como será a situação? Sem dúvida, com educação, elas são atuantes. A gente tem que ajudar a melhorar agora, nada de futuro”, diz.

Reduzir o consumo, reutilizar o que já se tem e reciclar as peças que não são mais utilizadas. A filosofia dos “três erres” nunca esteve tão aplicada à moda. Materiais que antes viravam lixo, como garrafas PET, fibra de bambu e pneus, servem de inspiração para muitos empreendedores. Roupas desgastadas viram um novo tecido reciclado. As que já não são mais usadas, e empacam nos armários, podem ser objeto de desejo de outras pessoas. Esses são princípios que viraram negócio para muita gente. “É um conceito que está se tornando maior que a própria moda”, especula o sócio da confecção gaúcha Budha Khe Rhi, Carlos Stein. A BKR produz todas as coleções a partir da fibra de bambu, da reciclagem da garrafa pet e do algodão orgânico, de tecidos reutilizados e até de casca de árvore. As peças têm caimento perfeito e atraem curiosos e engajados. Mas, reforça Cláudio, o consumidor quer uma peça bonita: “não basta produzir uma camiseta ecológica e esperar que ela se venda somente pelo fato de ser reciclável. A peça na moda reciclável deve ter conceito e ser original”.

Um dos projetos do Ecotece, o Retece, também promove a prática da reciclagem de roupas. Através de doações, quinze mulheres da comunidade carente Jardim Santo André trabalham na higienização, reforma e retoque de roupas que serão vendidas na mesma comunidade por preços simbólicos. A reciclagem permite aos moradores a aquisição de roupas por um preço acessível e o prazer de adquirir uma peca “nova” e dentro das possibilidades daquele consumidor.

Seguindo um conceito parecido, o Super Cool Market também acredita que uma peça sem uso e em bom estado pode satisfazer os desejos de consumo de muitos fashionistas. Inspirada na rede de lojas americana Buffalo Exchange, a apresentadora Carla Lamarca importou para o Brasil o conceito da troca, venda e compra de roupas usadas e em bom estado. Junto com amigas que sempre quiseram ter um negócio juntas, abriu, na Vila Madalena em São Paulo, uma loja com roupas estilosas e formato de negócio sustentável, num ambiente que em nada se assemelha aos pequenos brechós de roupas amontoadas e vintages, com cara de vó. “Não temos fornecedor e não precisamos produzir nada; o negócio se sustenta por si só”, resume Carla.

As roupas, dispostas em araras organizadas e ambiente amplo, são meticulosamente avaliadas pelas próprias sócias, para garantir o bom estado das peças e coerência no estilo daquilo que é exposto. “A idéia do Super Cool é não datar a moda, mas conseguir aumentar a vida útil de cada peça, ao mesmo tempo em que podemos promover um ciclo mais consciente de consumo”. O sistema é simples: os clientes levam as roupas que não querem mais até a Super Cool e podem trocá-las por outras peças da loja, doar para que sejam encaminhadas às instituições parceiras da loja ou vendê-las. “Nos EUA é muito comum as pessoas enxergarem as próprias roupas como mercadoria. Elas vendem e pagam contas, viajam, guardam o dinheiro. A Buffalo, que inspirou a Super Cool, está entre as lojas que mais vendeu durante a crise mundial”, comemora Carla. “O conceito da sustentabilidade na moda só tende a crescer. As pessoas não têm mais o mesmo poder aquisitivo que tinham, o mundo não tem mais tantos recursos”.

Segundo Ana Cândido, do Ecotece, “é crescente o número de pessoas que estão buscando conhecer e praticar o vestir consciente e isso também aumenta o volume de negócios que estão nascendo ou se adaptando para esse propósito”. A tendência se revela no modelo da Budha Khe Rhi, que em 2007 tinha apenas 10% das roupas com tecidos ecológicos e hoje tem cerca de 50% da produção dentro dos padrões “verdes”. O valor de venda ainda é um dificultador para popularizar as peças ecologicamente corretas, já que os processos de reciclagem são mais trabalhosos que os tradicionais mais poluentes.

Juliana Páffaro é atenta para a questão do preço e acredita que jogar o lucro na mesma proporção dos concorrentes no mercado têxtil é inviável no sentido da competitividade. A principal matéria prima utilizada pela Pistache & Banana, é o algodão orgânico, que não recebe agrotóxico no seu cultivo, e que também produz o jeans sem enxofre, com uma lavagem que inclui somente pedras e dispensa produtos químicos prejudiciais à saúde de quem os administra. Juliana trabalha com o conceito de “ecossocial”, que seleciona empresas que respeitam o meio ambiente e o homem ao mesmo tempo: “nós não queremos o melhor preço, nós queremos um algodão que além de ecológico seja justo”, diz referindo-se ao Comércio Justo, uma iniciativa de valorização e apoio ao produtor rural, que tem como princípios o cultivo sustentável. Todas essas exigências ainda encarecem o produto que chega às mãos do consumidor, que exige, além da qualidade, uma estética atraente.

Na mesma busca por agregar valor ecológico à marca e chamar a atenção das pessoas para a natureza, a loja carioca Farm escolheu para a sua filial em São Paulo um projeto verde, concebido pela Triptyque, escritório badalado de arquitetura. A fachada com um jardim vertical e madeira de reflorestamento quer despertar os sentidos para a importância do “verde” aderido ao meio urbano, convivendo com a cidade em harmonia. “A natureza sempre será nossa grande fonte de inspiração. Além disso, a gente recebe muita gente na loja que estuda arquitetura e vem visitar o prédio por conta disso, e muitas meninas se tornaram cliente a partir desse primeiro contato,” declara Carlos Mach, diretor de branding da marca. Coleta seletiva e adoção da cultura “zero desperdício de matéria prima” já estão completamente incorporadas aos valores da Farm.

Juliana não fica atrás no quesito “praticar o que se propõe na teoria”. A loja optou por móveis de papelão, madeira reflorestada e MDF, além de tinta mineral para a pintura das paredes, sistema de calhas que armazena a água da chuva para que as crianças que vão à loja possam regar as plantas e, na composição do balcão, filtros de café usados.

Na percepção de quem investe em moda reciclada e sustentável, a tendência veio para ficar. Ou já vai deixar de ser tendência para virar padrão de consumo. A grande chave para que esse processo seja definitivo será virada pelos próprios consumidores, que ainda precisam assimilar o conceito. Depois do lixo reciclável, que já virou hábito para boa parte das pessoas nas grandes cidades, a moda também quer estar dentro dos padrões, na corrida para salvar o planeta.

Edição: Maria Clara Vergueiro
Fonte: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/solucoes-inteligentes-que-estao-se-tornando-tendencia-nas-ruas-e-nas-vitrines/

Você aceita roupas usadas?

Nesse artigo, do Instituto Akatu, foi abordada a doação das roupinhas e outras coisas.

Porque, né, gente? Roupa de bebê se perde muito, mas muito rápido. Muitas vezes a gente ganha tanta coisa que nem chega a usar tudo.

Mas o artigo não fala só sobre quem doa as roupas. Fala de quem aceita as roupinhas usadas, mesmo podendo comprar. De quem evita comprar, se não precisa.

Eu sei, eu sei bem que aquelas roupinhas tão pequenas são lindas, são fofas, são irresistíveis. Mas eu ganhei muita roupa linda, fofa e irresistível, mesmo usada.

Outra dica que eles dão é a do empréstimo das coisas do bebê. Você tem um bebê que não usa mais aquelas roupinhas, aquela cadeirinha que vibra, canta e dança, o bebê conforto. Mas não quer dar, porque pretende ter outro bebê. O que você pode fazer? Emprestar. OK, não precisa ser tudo e para todo mundo. Empreste coisas que podem manchar, eventualmente. E para quem você sabe que vai cuidar direitinho. Pronto! Muitas coisas a menos sendo fabricadas, muita água, energia e material sendo poupado.

E se você ajuda aqui, eu tenho certeza de que quem recebeu sua ajuda vai ajudar ali, que vai ajudar ali e ali…….

Né?

Bora doar, emprestar, ganhar e pegar emprestado?

(Post previamente escrito e postado aqui.)

FIT em SP e Feira do Bebê & Gestante em BH

FIT 0/16

34ª Feira Internacional do Setor Infanto Juvenil /

confecções, acessórios de moda, calçados, artigos de puericultura, cama e banho, artigos de higiene pessoal, móveis, decoração, equipamentos para lojas, publicações técnicas e serviços. Com cerca de 150 expositores será aberto(a) a empresários das 10h às 21h nos dias 19 e 20 e das 10h às 19h no dia 21.

Local

Expo Center Norte Pavilhão Vermelho – São Paulo

Data

De 19-01-2010 a 21-01-2010

Promotor

INTERFEIRAS EVENTOS

 

CONTATO

 

Telefone

(11) 3966 3022

E-mail

expo@fit016.com.br

Site

www.fit016.com.br

Em Belo Horizonte, o mercado de vestuário infantil ecológico ainda está engatinhando… Algumas coisas podem ser vistas numa ótima feira que acontece em março, a Feira do Bebê & Gestante… Gostaria de chamar a atenção para os slings, um objeto de reconhecido valor sustentável (ainda mais se feito com materiais ecológicos), que tem cada vez mais demanda internacional… Um passarinho me contou que a demanda nacional por este objeto tende a aumentar nos próximos anos… E há poucos fabricantes brasileiros… Enfim. ;)

 

 

FEIRA DO BEBÊ & GESTANTE

32ª Feira do Bebê & Gestante – Moda Infantil / Inf

Linhas de Produtos e/ou Serviços: móveis, artigos de decoração, enxoval, carrinhos, brinquedos, moda e lingerie para gestantes, roupas para crianças, bebês e gestantes. Com cerca de 80 expositores será aberto(a) ao público, das 14h às 22h nos dias úteis, das 10h às 22h no sábado e das 10h às 20h no domingo.

Local

Pavilhão de Exposições Minascentro – BH/MG

Data

De 02-03-2010 a 07-03-2010

Promotor

MG Marketing de Negócios Ltda.

 

CONTATO

 

Telefone

(31) 3226-6500

E-mail

comercial@mgmarketing.com.br

Site

www.feirabebeegestante.com.br

Customizando da camiseta à parede…

Ah, a customização infantil…

Nada como imprimir o toque pessoal nas próprias roupas, nos objetos da casa, no quarto, no chão, nas paredes – ir além dos brinquedos. As marcas que uma criança pode deixar, às vezes, são indeléveis… E nem todos os pais gostam de ver a casa transformada numa instalação “artística”…

Como canalizar toda  essa “arte” ou toda essa “demarcação de território” infantil?

Acabei de ler na Folhinha, suplemento de sábado da Folha de São Paulo, sobre algumas coisas inventivas para se fazer nas férias. Por exemplo: a criançada pode “dar um upgrade” no uniforme da escola, transformando-o (reutilizando-o, customizando-o) como um uniforme de um “clube de férias”… 

Confira mais no blog da Folhinha! ;)

Outra coisa legal para se fazer é customizar as paredes da casa! É, mas não se trata de qualquer parede… Há tintas que foram desenvolvidas especialmente para a intervenção “artística” infantil. Dá só uma olhada:

As novas tintas com efeitos, lançadas pela CIN, são um verdadeiro convite à imaginação de pequenos e graúdos. São três produtos totalmente inovadores no mercado que vão surpreender pela originalidade.
 

EFEITO MAGNÉTICO

Tinta magnética

Tinta magnética

Cole ímanes em todo o lado.

Recados, fotografias, desenhos, o horário das aulas ou a escala das tarefas domésticas, tudo se pode pendurar com o novo Efeito Magnético da CIN. Agora não é preciso furar a parede para pregar um quadro magnético, ou usar apenas o frigorífico da cozinha para se afixar aquilo que mais interessa. Seja onde for preciso uma superfície magnética para colar ímanes, basta pintar-se uma camada de tinta magnética e cobri-la com outra cor. 

 
 

EFEITO ARDÓSIA

Tinta que se apaga

Tinta que se apaga

O quadro da escola lá em casa.

Escrever na parede já não é problema. O Efeito Ardósia CIN permite escrever directamente na parede e apagar vezes sem conta para reescrever em seguida. Escrever na cozinha o plano das refeições para a semana, fazer da parede do escritório uma agenda mensal, fazer que as crianças possam desenhar na parede a giz sem as estragar e sem ter de os pôr de castigo são situações outrora impensáveis, mas que hoje são reais para quem optar pela versatilidade desta tinta que se transforma em quadro preto.
  
 

EFEITO FOSFORESCENTE
A tinta que brilha no escuro!

 

Com o Efeito Fosforescente da CIN, as crianças vão deixar de ter medo do escuro. Podem-se pintar planetas, a lua e as estrelas e simular uma noite de Verão, ou pode-se optar por flores, bonecos; não há limites para a imaginação. A garantia para quem escolher esta tinta é de seguramente fazer os seus filhos sorrir e sonhar.

 

Atentas aos pequenos artistas, algumas marcas infantis de vestuário têm desenvolvido roupas que devem ser customizadas. Uma das que mais gerou mídia, foi a Ralph Lauren, que lançou suas pólos infantis com kits de desenho. Cada kit vem com uma pólo branca, estojo de tintas para tecido, moldes, dicas para desenhar e instruções.

 

 

Paint your polo kit

Paint your polo kit

 E assim caminha o design focado nas crianças…

O que você faz com a roupa que não usa mais?

Criança perde roupa. E muito rápido. E precisa de bastante roupa, porque vive derrubando uma comida aqui, caindo na lama ali, deixando escapar um xixi acolá….

O que fazer, então, com as toneladas de roupas seminovas dos filhos?

Pode-se:

- doar. Doar para alguma instituição, para a vizinha, a amiga, aquela conhecida. Simplesmente levar para que sejam reutilizadas e reaproveitadas por alguém. O ideal é que, depois que essa pessoa usar, se a roupinha estiver inteira, ela passe para o próximo. E o próximo. Máximo reaproveitamento e o mínimo de energia.

- vender. Se a roupinha é boa, está quase nova, dá para vender. Existem milhões de brechós infantis (é só procurar “brechó infantil” e o lugar onde você mora) e eu conheci vários, todos excelentes. Mas pode vender para alguém que queira, em algum bazar, montar um garage sale….

- trocar. Pode ser em brechós, mesmo (e costuma ser mais vantajoso do que vender) ou com alguma pessoa que tenha o que você quer e que queira o que você tem. Também pode aproveitar feiras de trocas. E nem precisa trocar por outra roupinha, né? Pode ser aquele batom lindo, um tratamento estético, uma massagem, um abraço…..

- guardar. Sim, claro! Se você quiser ter outro filho. Ou se alguém que você conhece pretende ter outro filho em breve, guarde.

- reutilizar. SE a roupinha não pode ser vendida, trocada, doada, então, vamos fazer algo com elas. Que tal uma bolsinha? Uma roupinha para a boneca? Uma colcha de retalhos? Se, afinal, não quiser/souber fazer nem conhecer uma costureira que faça, então façamos panos de chão, por que não?

Jogar fora só o que, realmente, não puder ser reaproveitado!

Stella McCartney + GAP Kids

Stella McCartney para GAP Kids

Stella McCartney para GAP Kids

Há mais ou menos uns 3 meses, só se fala da coleção da Stella McCartney para a GAP Kids…

Para quem está chegando de Marte hoje, Stella McCartney é, além de filha do beatle Paul MacCartney, uma grande estilista inglesa e vegan. Isso significa que os produtos que ela lança, de roupas a cosméticos, não agridem os animais e, portanto, tem uma pegada sustentável. Tudo com muito estilo, naturalmente.

Quando ela assinou uma coleção (e depois outras) para a Adidas, foi como uma “bomba fashion” no segmento esportivo. Stella McCartney é um nome e também um talento capaz de transformar um segmento de moda.

Então, é legal ficarmos atentos a repercussão de sua primeira coleção infantil, para a GAP Kids. A coleção foi lançada em 03/11/2009 nos EUA, Japão, UK, França e Irlanda, além da loja virtual da GAP.

Sobre essa coleção, Stella comenta para a Vogue.com:

“I think this collection has a mix of  playful and pratical.”

“It’s a reflection of my brand, there are pieces there are classic and very sort of timeless and hopefully very chic, and then there are pieces there are the kind you chuk in the washing machine and they get better with time and, you know, they are funny and hopefully a little bit cool.”

Stella contou em uma outra entrevista que, como mãe, se sentia frustrada pelos extremos da moda infantil:

“Não existe nada entre os dois mundos – é ou barato ou caro, e as roupas tem esse aspecto também. Algumas grifes são conservadoras ou delicadas demais, e as coisas mais baratas tem um pouco menos de classe e bom gosto.”

A coleção Stella McCartney para a GAP Kids tem tanto estilo que tem até umas jaquetinhas a la Balmain (cuja coleção havia sido a el  Michael Jackson) ehehehe ;)

 
 

 

 

Stella + GAP

Stella + GAP

 

 

Casaquinhos Stella McCartney para Gap Kids

Casaquinhos Stella McCartney para Gap Kids

Balmain

Balmain

Michael Jackson + Balmain

Michael Jackson (com uma t-shirt dos Smurfs e um casaco Balmain) + Balmain

Brinquedos + reciclagem

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Livro: Recicle! Reaproveite Papel, Plástico, Metal, Tecido e faça Brinquedos Divertidos!

Autor: Jane Bull

Editora: Publifolha

Sinopse: “Recicle!” mostra para os pequenos leitores como reaproveitar papel, plástico, metal e tecido para fazer brinquedos. Ensina como transformar roupas usadas e objetos descartáveis em peças para o uso do dia a dia, como porta-moedas, porta-trecos, porta-retratos, potes, caixas, bolsas e muito mais.

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Livro: Vida de Brinquedo

Autor: Júlio Emílio Braz

Editora: Paulus

Sinopse: A narradora deste conto é uma boneca. Ela conta a experiência de ter sido jogada fora por sua dona. no lixo, junto com ela, estão vários outros brinquedos, antes tão queridos e agora rejeitados. Alguns sonham com um novo dono, sonham em deixar de ser lixo, lembram a alegria de quando foram comprados pelas crianças… Nessa situação, eles ficam pensando em como tudo passa, como tudo deixa de ser uma coisa para ser outra; muitas coisas e pessoas são deixadas de lado – tudo parece ser descartável ou de brinquedo, mas tudo pode ser mudado.

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Livro: Mini Larousse da Reciclagem

Autor: Naiara Raggiotti

Editora: Larousse / Escala

Sinopse: A obra explica, de forma concisa e clara, conceitos como de lixo e reciclagem. Neste livro, o pequeno leitor irá aprender que também pode ajudar na “faxina do planeta”, preservando o meio ambiente e os recursos naturais. Saberá também o que pode e o que não pode ser reciclado; o que pode e o que não pode ser reciclado; dentre algumas curiosidades…

Qual o seu critério na escolha das roupas?

Quando você sai para comprar uma roupa ou simplesmente decide comprar uma na hora, o que você leva em consideração? Quais são os motivos que te levam a comprar uma determinada peça?

Para mim, antes de começar a pensar em ecologia, só tinha dois pontos: se é bonita e se é durável. Não me importava com mais nada. Era fácil escolher roupas….

Hoje em dia, eu primeiro vejo se é bonita, porque é a primeira coisa que eu percebo. Depois, vejo o tamanho, claro, mas tirando isso, o material. Só compro se for 100% algodão, de preferência orgânico, ou algum outro material natural. Evito seda e lã por causa dos animais, mas não é sempre que tenho tanta escolha. Também vejo a cor, a estampa: muitas estampas, cores muito vibrantes não são um bom sinal. Sim, é possível fazer roupa legal com estampas que não façam mal, mas a grande maioria das marcas não se preocupa com isso.

E, por último, vejo o preço. Eu vejo o preço, mas vejo além dele. Vejo o que está implícito nele. O material é orgânico? A mão de obra utilizada desde a plantação até o comércio foi remunerada direito? A terra da plantação está sendo conservada, bem tratada? O lixo produzido foi levado para a reciclagem? Essa roupa vale a pena?

(Claro que existem marcas caríssimas que utilizam mão de obra escrava – infantil ou adulta – e fazem tudo do pior jeito possível. Por isso, pesquisar as marcas antes é fundamental)

Eu prefiro comprar uma peça que dure bastante, que é ecologica e socialmente consciente, mesmo que seja 5 vezes mais cara que as outras. Mesmo que eu precise tirar cada mancha com cuidado. Mesmo que, de vez em quando, eu precise fazer um remendo. Mesmo que eu demore 3 dias para comprar uma camiseta. Mesmo que eu só possa comprar mês que vem.

Pode parecer difícil e chato, mas compensa.

Só, claro, não vale limitar a brincadeira da criançada! Eles precisam muito se sujar, cair, rolar, pular, pintar, manchar, babar. E isso é tão importante no desenvolvimento deles quanto o mundo que estamos deixando.

A gente, como pais, só precisa saber escolher a roupa certa para o momento certo.

Nesse final de ano….

… seria uma boa a gente começar a aprender o consumo consciente. O consumo inteligente.

Vai dar presentes? Presentes feitos em casa, reciclados são sempre uma boa idéia. Mas, claro, a maioria das crianças vai pedir aquele brinquedo caríssimo e não vai nem ligar quando receber um cupcake, uma bolsa, uma boneca feitos em casa. Só acreditem: eles não vão ligar para a maioria dos presentes, mesmo. haha. Eles elegem o favorito e o resto fica para quando enjoarem.

SE não puder/souber/quiser fazer, pode comprar. Mas compre usado. Ou compre o consciente. Um livro de sebo, um brinquedo de brechó (sim, a maioria dos brechós infantis vende brinquedos em ótimo estado). Um presente, que pode ser uma roupa, um brinquedo, uma bolsa, uma mesinha de matéria prima reciclada e/ou orgânica. Ou algum produto daquela instituição que você acha tão legal, daquela instiuição que cuida das florestas, das tartarugas, dos golfinhos… até mesmo daquela que ajuda os catadores de lixo!

Enfim, a gente pode sempre escolher melhor. E esse é o meu voto para todos nesse final de ano: que todos nós aprendamos a escolher melhor. Sempre.

Boas festas!