Vogue green + bambini, enfants, kids, children, niños…
Quando saiu a edição “Green” da Vogue americana, em junho de 2009, fui logo comprar – mas custava 40 reais no Aeroporto da Pampulha – uma faca! – e, além disso, estava lacrada, não dava pra dar uma espiadinha… Ou seja, desisti. Aí, neste final-de-semana, peregrinando em bancas de revista e livrarias, reencontrei-a na Status Livraria, na Savassi – pela metade do preço e… aberta! Folheei e… Ah! Nada de mais…! Só a Cameron Diaz simbolizando a nova mulher ecológica e talz, o de sempre, poucas marcas de apelo sustentável e só. Ou seja de novo, desisti de vez.

Vogue EUA "green" junho 2009
Por outro lado, as Vogue destinadas ao público infantil (na real, às mamães fashion) tem me surpreendido. Por exemplo, a Vogue Kids, brasileira, melhorou muito… Mas boa mesmo é a Vogue Niños! Sempre bom lembrar que os mercados de moda brasileiro e espanhol tem muito em comum, segundo dizem os varejistas e intermediários que compram para as duas praças. E como sabemos, nessa publicação não há informações de tendências, mas sim de moda e de comportamento do momento, além do que realmente se está vendendo (e, algumas vezes, o que se quer “empurrar” para o consumidor final). Para nós, da moda, é uma leitura obrigatória. As edições antigas podem ser encontradas em bons sebos; já as novas estão nas livrarias dos aeroportos!

Vogue Kids Brasil

Vogue Niños Espanha

Vogue Children

Vogue Bambini

Vogue Enfants
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